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Notícias outubro de  2000

Tratamento mais curto reduz a transmissão do HIV de mãe para filho
Fonte: New England Journal of Medicine, 05/10/2000

Uma nova variação da terapia com AZT, diferente da atualmente prescrita para gestantes infectadas pelo HIV, pode permitir que mulheres habitantes de países em desenvolvimento consigam um tratamento de baixo custo, capaz de reduzir as chances de transmissão da doença a seus bebês.

O estudo foi publicado na edição de 5 de outubro de New England Journal of Medicine. Esse estudo, conduzido por pesquisadores da Tailândia, da França e dos EUA, mostra que a transmissão do vírus da mãe para o bebê pode ser reduzida com tratamentos mais curtos com AZT (zidovudina) a 1/5 do custo usual (em dólares). O estudo foi financiado pelo Instituto Nacional da Saúde da Criança e de Desenvolvimento Humano, além do Centro Internacional Forgaty, ambos pertencentes ao Instituto Nacional de Saúde.

Dos mais de 1500 bebês infectados por suas mães a cada dia, 95% vive em países em desenvolvimento, onde os índices de pobreza são elevados. Muitas mães destas regiões não têm acesso ao tratamento de 3 a 6 meses com AZT, considerado o tratamento padrão nestes casos.

"Essas novas estratégias para reduzir a AIDS pediátrica podem ser aplicadas em países em desenvolvimento com taxas de sucesso iguais às dos tratamentos utilizados em nações industrializadas", diz o Dr. Marc Lallemant, do Institut de Recherche pour le Développement, que conduziu o estudo com os colaboradores tailandeses.

Estudos do início da década de 90 indicaram que o AZT reduzia efetivamente a difusão do HIV da mãe para o bebê, quando administrado à mãe desde o segundo trimestre de gravidez até o parto, durante o parto e ao bebê por mais seis semanas, depois do nascimento. O custo médio deste tratamento padrão gira em torno de mil dólares.

No presente estudo, os cientistas compararam a efetividade de quatro grupos de tratamento à base de AZT:

  • Tratamento longo/longo (tratamento controle): tratamento com AZT com início na 28a semana de gravidez e com administração para o bebê por mais seis semanas após o parto. É o tratamento padrão nos países desenvolvidos;
  • Tratamento curto/longo: regimes de AZT mais curtos para a mãe (com início na 35a semana de gravidez);
  • Tratamento longo/curto: regimes mais curtos para o bebê (3 dias de AZT para o bebê);
  • Tratamento curto/curto: regimes mais curtos para ambos.

Cerca de 1500 gestantes de 27 hospitais tailandeses diferentes participaram do estudo, que durou de 1997 a 1999.

Em 1998, o tratamento curto/curto foi abolido devido a altas taxas de transmissão, maiores que o dobro daquelas observadas com o tratamento longo/longo padrão.

Os resultados do estudo indicaram que o grupo longo/curto apresentavam taxas de transmissão da ordem de 4,7%, com custo médio de 200 dólares. Esta taxa é semelhante àquela observada no grupo controle longo/longo, igual a 6,5%.

Análises exploratórias indicaram a importância de um tratamento mais longo para as mães - 1,8% dos bebês cujas mães recebiam o tratamento longo estavam infectados pelo vírus no nascimento contra 5,1% daqueles filhos de mães que recebiam o tratamento mais curto.

Com bases nestas descobertas, os pesquisadores recomendam que o tratamento para mães infectadas por HIV deve ser iniciado na 28a semana de gravidez, devendo continuar até o parto. Nestes casos, as crianças podem ser tratadas por três dias após o parto, reduzindo o custo a 20%.

Se o tratamento não puder ser iniciado no momento recomendado, a criança deve ser tratada durante as seis semanas recomendadas pelo tratamento controle.

Nem mesmo o tratamento padrão com AZT previne completamente a transmissão do vírus. Contudo, estes resultados trazem esperanças para um tratamento mais simples e mais barato, o que favorece o nascimento de crianças livres da infecção por HIV no mundo em desenvolvimento.


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