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Notícias outubro de  2000

Obesas e magras sentem-se satisfeitas com refeições de baixas calorias
Fonte: Associação Norte-americana para o Estudo da Obesidade, 30/10/2000

Em um estudo recente de Penn State, tanto mulheres obesas como mulheres magras tinham a mesma tendência não perceber a redução de 450 calorias em suas dietas, desde que suas refeições contivessem várias frutas, vegetais ou grãos para avolumar as porções e reduzir o número de calorias.

A redução de 450 calorias ao dia são suficientes para fazer com que alguém perca ao redor de meio quilograma por semana. Ainda assim, apesar desta grande redução do número de calorias, as mulheres reportaram estarem levemente mais famintas (7%) e um pouco menos satisfeitas (5%) após as refeições. Não havia qualquer diferença nas taxas entre as mulheres obesas e magras.

"Os resultados oferecem evidências de que a adoção de uma abordagem baseada na densidade reduzida de energia pode facilitar a manutenção do peso", diz Elizabeth A. Bell, doutoranda em nutrição, autora do estudo.

Os resultados foram apresentados ontem, 30 de outubro, na reunião anual da Associação Norte-americana para o Estudo da Obesidade, em Long Beach, Califórnia.

Como em estudos prévios conduzidos pelo grupo da Dra. Barbara Rolls, outra autora do estudo, descobriu-se que o conteúdo de gorduras da refeição não influenciava o quanto as participantes comiam ou quão satisfeitas se sentiam.

Como afirma Rolls, "Observamos repetidas vezes em nossos estudos que as pessoas ingerem diariamente aproximadamente a mesma quantidade de alimentos e se consumirem menos do que estão acostumadas, sentirão fome. A gordura pode dar sabor aos alimentos, mas não necessariamente faz com que a pessoa se sinta saciada. Comer a porção ou volume de comida que você geralmente come é a chave para se sentir satisfeito".

No atual estudo, 17 obesas e 19 mulheres magras, entre 18 e 45 anos, passaram 12 horas, uma vez por semana, durante seis semanas, no laboratório de Penn State, para o Estudo do Comportamento Humano relativo à Ingestão, onde faziam todas suas refeições, além de um lanche da tarde. As refeições e lanches que eram oferecidos tinham densidade de energia alta ou baixa e o conteúdo de gordura foi mantido na faixa típica da dieta americana: 25, 35 ou 45% das calorias advindas da gordura. As mulheres tinham liberdade de consumir tudo o que quisessem em cada uma das refeições.

Durante cada uma das seis sessões, as refeições incluíam: queijo para o café da manhã, salada de taco para o almoço, massas com queijo e vegetais para o jantar e doces crocantes de maçã para o último lanche. As versões com densidade reduzida de energia destas três entradas foram preparadas, por exemplo, pela substituição do pão, massas ou produtos a base de grão por vegetais e frutas e pelo uso de versões de ingredientes com quantidade reduzida de gordura. Diferenças na aparência, no gosto e na textura das entradas eram difíceis de ser detectadas e as mulheres reportaram terem apreciado todos os pratos em todas as condições.

Quando as mulheres recebiam as refeições com densidade reduzida de energia, ingeriam cerca de 450 calorias a menos do que quando recebiam refeições com alta densidade de energia mesmo se o tamanho das porções permanecesse o mesmo das versões mais calóricas. As mulheres envolvidas no estudo não sentiram fome excessiva. Em resumo, sentiram-se satisfeitas com menos calorias.

Como comenta Bell, "Esses resultados mostram, mais uma vez, que as pessoas não precisam restringir o tamanho das porções e, em alguns casos, podem até comer mais se reduzirem a densidade de energia das refeições. Ao reduzir o conteúdo de gordura, em geral reduz-se a densidade de energia.

Contudo, não é seguro assumir que todo alimento com teor reduzido de gordura tenha teor reduzido de calorias. Também é importante prestar atenção na densidade de energia e no número de calorias por grama, bem como no teor de gordura ao selecionar os alimentos".


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