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Notícias setembro de  2000

Agressão moderada pode levar a sistema imune mais forte
Fonte: Psychosomatic Medicine, 08/09/2000

Homens que são moderadamente agressivos têm sistema-imune mais fortes, de acordo com um novo estudo conduzido por um grupo de pesquisadores de Penn State e da Universidade de Nebraska.

"Já observamos estas relações em estudos com animais, mas esta é a primeira vez que uma conexão foi feita entre a agressão e a imunidade em humanos", de acordo com Douglas Granger, professor associado de saúde biocomportamental do Colégio de Saúde e Desenvolvimento Humano de Penn State. O estudo foi publicado na edição corrente de Psychosomatic Medicine.

"Nosso estudo sugere que as diferenças do comportamento agressivo das pessoas influenciam na forma pela qual seus sistema-imune são preparados para lidar com infecções, vírus e bactérias", diz Booth. Aqueles que fizeram parte de brigas ocasionais ou tiveram problemas com a lei, quando adultos ou durante a juventude, apresentavam sistema-imune prontos para preparar uma resposta mais rápida e mais intensa contra patógenos associados a doenças ou lesões. "Contudo, níveis mais elevados de agressão não conduzem a benefícios imune adicionais", diz Booth.

Foram avaliados 4415 homens, entre 30 e 48 anos, com relação ao nível de comportamento agressivo. Em seguida, submeteram-se a exames médicos para determinar seu estado de saúde. Amostras de sangue foram colhidas de cada participante e analisadas em relação a diferentes tipos de células brancas sangüíneas, linfócitos.

Dos oito indicadores enumerativos da atividade imune estudada, dois tipos de linfócitos especializados (células CD4 e B) que determinam a iniciação, magnitude e duração de respostas-imune celulares específicas, estavam presentes em altas concentrações na circulação dos homens moderadamente agressivos.

A atividade desses linfócitos particulares, que inclui a produção de anticorpos e a secreção de sinais intercelulares que ativam, ou desativam, a resposta imune, tem valor considerável no aumento das chances de sobrevivência em um ambiente ameaçador patológico.

Indivíduos que reportaram engajamento em dois atos agressivos tinham maior tendência de participar do grupo com maior número de células CD4, após levar em consideração riscos à saúde e problemas que pudessem estimular o sistema nervoso. Aqueles que participaram de cinco atos agressivos tinham 7% mais chances de fazer parte do grupo com maior número de CD4. Porém, o aumento do comportamento agressivo não é diretamente proporcional às chances de participar do grupo com maior concentração de CD4. Um padrão paralelo foi observado para os linfócitos B.

"Foram controlados todos os fatores que poderiam causar impacto aos sistemas-imune dos participantes, tais como fumo, consumo de álcool, nível de saúde e de testosterona", diz Booth. "Embora a testosterona esteja associada ao comportamento agressivo, não era o hormônio responsável pelo número elevado de células-imune encontrado nos homens agressivos", complementa.

Os pesquisadores explicam que a agressividade é vista, através da história, como algo vital para conseguir alimento, proteger os mais novos, combater predadores e lutar com outras comunidades por recursos e território. Engajar-se em um comportamento agressivo, contudo, pode levar a um trauma, a lesões e à exposição a novas doenças.

A procura por alimentos, caça e guerra podem requerer longas viagens. Isolados dos tratamentos médicos e da proteção da comunidade humana, os indivíduos se beneficiam de seus sistema imune mais eficientemente, o qual reconhece e mobiliza seus componentes para eliminar patógenos. Além disso, conseguem maiores benefícios se seus sistemas-imune promoverem recuperação eficiente de doenças, facilitando o reparo aos tecidos danificados, gravando a história imunológica para ser habilitada para responder mais eficientemente em uma eventual nova exposição.


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