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Notícias outubro de  2001

O desenvolvimento da diabetes tipo 2 e a puberdade
Fonte: Diabetes, 25/10/2001

O que adolescentes saudáveis e pessoas com diabetes tipo 2 têm em comum? Ambos desenvolvem resistência à insulina, segundo um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade Southern California e Universidade do Alabama. O estudo aparecerá na edição de novembro do periódico Diabetes.

Durante os primeiros estágios da puberdade, as células respondem cada vez menos à insulina, hormônio natural que auxilia as células a converterem açúcar em energia. Segundo Michael J. Goran, PhD, a puberdade é um período metabolicamente crítico. O estudo é o primeiro a rastear a sensibilidade e a resposta à insulina desde a infância até o início da vida adulta. Seus resultados trazem implicações na prevenção da diabetes tipo 2 durante a adolescência.

A insulina trabalha da seguinte forma: após uma refeição, o corpo promove a quebra de carboidratos em glicose, ou açúcar, no sangue. Isso é um sinal para que o pâncreas libere insulina, que por sua vez ajuda o organismo a converter glicose em energia. Mas quando as células se tornam resistentes ou menos sensíveis à insulina, como ocorre na diabetes tipo 2, elas não podem absorver a glicose tão bem quanto deveriam e o açúcar permanece no sangue.

Em adolescentes saudáveis, a resistência à insulina desaparece após o fim da puberdade. Em pessoas com diabetes tipo 2, as células ignoram a insulina cada vez mais até pararem de responder definitivamente.

O estudo acompanhou o desenvolvimento de 60 crianças de diversas etnias durante dois anos, iniciando aos 9 anos de idade e acompanhando alguns estágios de puberdade (estabelecidos pelo aparecimento de características sexuais). Entre aqueles que atingiram o estágio médio de puberdade, a sensibilidade à insulina caiu em 32%. Entre os que ainda não apresentavam sinais de puberdade, a sensibilidade à insulina aumentou levemente.

Não foi encontrada ligação entre a resistência à insulina e fatores como sexo, etnia, gordura corporal e a liberação de hormônios como a testosterona durante a adolescência. Segundo Goran, algo durante as mudanças da puberdade contribui para a diminuição da sensibilidade à insulina. Segundo a teoria, quando músculos e células ficam menos sensíveis à insulina, essa redução da sensibilidade é benéfica pois com ela as células beta do pâncreas, produtoras de insulina, passam a produzir mais o hormônio para compensar o seu uso ineficiente pelo corpo. Entretanto, os pesquisadores constataram que em adolescentes essas células não produzem a quantidade necessária para compensar a resistência à insulina, podendo exercer uma função protetora para evitar seu desgaste, como ocorre normalmente na diabetes tipo 2. Os adolescentes que não recuperam a sensibilidade quando jovens adultos, podem desenvolver essa doença.

Segundo os pesquisadores, as crianças de hoje tendem a iniciar a puberdade mais cedo, provavelmente devido a maior quantidade de gordura corporal durante a infância, o que pode ter um papel na permanência da resistência à insulina após o fim da puberdade. Corpos infantis podem não estar prontos para iniciar um período de resistência à insulina. Outros estudos serão necessários para determinar se a puberdade está durando mais tempo e se essa duração contribui para o quadro.

Após determinar o mecanismo que leva a mudanças na resposta à insulina durante a puberdade, será importante encontrar caminhos para garantir que esses adolescentes recuperem a sensibilidade à insulina ao fim desse período da vida, através de intervenções alimentares e ligadas a atividades físicas.

Os pesquisadores monitorarão as crianças envolvidas no estudo durante a puberdade para determinar os fatores associados à recuperação ou não da sensibilidade à insulina.


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