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Notícias Janeiro de  2003

Medula óssea gera novos neurônios
Fonte: Proceedings of the National Academy, 20/01/2003

Um novo estudo sugere que algumas células da medula óssea possam entrar no cérebro humano e gerar novos neurônios e outros tipos de células cerebrais. Se os pesquisadores encontrarem uma maneira de controlar essas células e direcioná-las para áreas danificadas do cérebro, as descobertas poderiam levar a novos tratamentos para derrame, doença de Parkinson e outras desordens neurológicas.

"Este estudo mostra que alguns tipos de células da medula óssea, mais provavelmente as células tronco, têm a capacidade de entrar no cérebro e formar neurônios", diz Éva Mezey, MD, PhD, do National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), que conduziu a pesquisa.

Estudos anteriores realizados pela Dra. Mezey e outros pesquisadores mostraram que as células da medula óssea entram no neurônio de camundongos e produzem novos neurônios. Entretanto, este estudo é o primeiro a mostrar a ocorrência desse fenômeno nos cérebros humanos.

No estudo, Dra. Mezey e colegas examinaram o tecido cerebral obtido da autópsia de quatro pacientes do sexo feminino - duas adultas e duas crianças - que tinham recebido transplante da medula óssea de doadores do sexo masculino, para tratar de leucemia e outras doenças não-neurológicas. As pacientes sobreviveram entre 1 e 9 meses após o transplante. Os pesquisadores procuraram por células masculinas, que contém o cromossomo Y, no tecido cerebral. Esses cromossomos nessas células serviram como uma maneira prática de distinguir células derivadas dos doadores daquelas das pacientes que receberam o transplante. Foram encontradas células com o cromossomo Y no tecido cerebral das quatro pacientes.

A maior parte das células derivadas da medula óssea eram células glia (células de suporte) e outras células não-neuronais. Entretanto, um pequeno número de neurônios em cada cérebro também continha cromossomos Y, mostrando que essas células se desenvolveram a partir das células transplantadas da medula óssea. A maior parte desses neurônios foi encontrada no córtex cerebral - a camada mais externa do cérebro - que é responsável pelo pensamento - e no hipocampo, região que ajuda a memória e outras funções.

As células com cromossomo Y apareciam em grupos, ao invés de estarem dispersas pelo cérebro randomicamente. Os grupamentos às vezes continham tanto células neuronais quanto não-neuronais, sugerindo que uma simples célula tronco pode migrar para áreas carentes dentro do cérebro e então se diferenciar em diversos outros tipos de células, diz Dra. Mezey. Os grupamentos também podem resultar de um grande número de células da medula que são "chamadas" para locais específicos do cérebro. Estudos prévios sugeriram que as células tronco respondem a sinais dentro do cérebro que as guia para regiões danificadas.

As seções cerebrais com o maior número de célulcas derivadas das células tronco pertenciam à paciente mais nova, que tinha recebido o transplante aos nove meses de idade e sobreviveu por um tempo maior do que as outras pacientes - 9 meses também. Os pesquisadores não sabem se o maior número de células nessa paciente se deve ao fato de ser a mais jovem ou se ao maior tempo de sobrevivência. O número de neurônios derivados da medula identificados nos tecidos cerebrais humanos era muito menor do que o identificado nos estudos com camundongos. Entretanto o número deve ser maior em pacientes que sobrevivam por períodos mais longos, diz a Dra. Mezey.


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