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Notícias Abril de  2005

Hepatotoxicidade e estatinas
Fonte: Hepatology, 10/04/2005

As estatinas parecem ser seguras para pessoas com doença do fígado gorduroso e que podem se beneficiar de sua capacidade de reduzir colesterol, conclui o artigo.

As estatinas são uma classe de drogas que reduz os níveis de colesterol inibindo a produção de colesterol pelo fígado. Elas reduzem o risco de aterosclerose e doenças relacionadas.

Entretanto, normalmente, pacientes que usam estatinas têm uma elevação das enzimas do fígado. Atualmente, recomenda-se que seja monitorado os valores das enzimas do fígado ao longo do tratamento e essa recomendação pode preocupar os médicos cujos pacientes tenham problemas conhecidos no fígado, incluindo enzimas hepáticas elevadas, mesmo que assintomáticas.

Naga Chalasani, M.D., da Indiana University School of Medicine, examinou exaustivamente a literatura relacionada à hepatoxicidade da estatina para melhor compreender os efeitos da estatina nos pacientes. As estatinas, principalmente em doses maiores, foram associadas com a elevação assintomática de aminotransferases, embora isso ocorra em menos de 3% dos usuários de estatinas. Notavelmente, esse resultado também ocorreu com freqüência similar nos pacientes tratados com placebo nos estudos clínicos. Isso levanta a possibilidade de que pacientes com hiperlipidemia possam ter flutuações espontâneas na transaminases, tenham recebido ou não estatinas, sugere Chalasani. Além disso, foram raros os relatos de danos significativos no fígado associados com estatinas.

As estatinas não são recomendadas para pacientes com doenças ativas no fígado, embora as recomendações para aqueles com doença do fígado gorduroso não alcoólico (NAFLD, em inglês) não estejam claras. É importante considerar esse grupo de pacientes porque a doença é comum em pacientes com colesterol alto e a condição hepática pode criar um maior risco cardiovascular que poderia ser tratado com estatinas.

Os estudos examinando a segurança das estatinas em pacientes com NAFLD são limitados mas os dados existentes fornecem alguma evidência que elas podem ser usadas com segurança, relatam os autores, que realizaram um estudo recentemente, onde é mostrado que pacientes com hiperlipidemia com enzimas hepáticas elevadas não estão sob risco maior para hepatoxicidade devido às estatinas quando comparados com pacientes com hiperlipidemia e trasaminases normais.

A relação entre estatinas e câncer levanta outra questão importante. Foi mostrado que as estatinas causam vários tumores em roedores, embora estudos de curto prazo não tenham revelado efeitos carcinogênicos em humanos. Outros estudos sugeriram que as estatinas possuem um efeito anti-tumor. Adicionalmente, a rabdomiólise pode ser uma complicação da terapia com estatinas e pode estar relacionada com níveis mais altos de concentração sorológica de estatinas, embora a associação não tenha sido estudada.

Estudos adicionais deveriam examinar os efeitos de longo prazo das estatinas no fígado dos pacientes com NAFLD e esteato-hepapite não alcoólica. Mais pesquisa também é necessária para investigar se os pacientes com essas doenças apresentam qualquer mudança clínica relevante na farmocinética das diferentes estatinas nas diversas doses. Finalmente, os autores sugerem revisão da bula das estatinas, que no momento recomendam monitorar a bioquímica do fígado antes e durante o uso.


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