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Notícias Abril de  2005

Estimulação cerebral trata depressão resistente
Fonte: Neuron, 03/03/2005

Estimulação elétrica cerebral profunda pode aliviar dramaticamente depressão que é resistente a outros tratamentos, segundo um estudo inicial com seis pacientes. A descoberta é importante, disseram os pesquisadores, porque mais de 20% dos pacientes com depressão não respondem a tratamentos padrões - necessitando de uma combinação de drogas antidepressivas, psicoterapia e tratamento eletroconvulsivo (ECT) que ainda pode falhar.

O número de pacientes com depressão resistente pode ser extenso e a depressão é a principal causa de incapacidade em adultos com menos de 50 anos na América do Norte.

O estudo de seis meses conduzido por Helen Mayberg do Emory University School of Medicine e colegas mostrou que pacientes relataram melhoras imediatas no humor quando a estimulação elétrica com poucos volts foi aplicada nos eletrodos implantados. Esses efeitos persistiram em 4 dos pacientes por seis meses, com 3 pacientes atingindo remissão total ou quase total da depressão. Nenhum efeito colateral psicológico foi relatado, e outros efeitos adversos foram limitados a infecções mínimas ao redor do local de implante, que era tratável com antibióticos, escreveram os pesquisadores.

Os pesquisadores concluíram que, embora o estudo tenha sido limitado em extensão e duração, estimulação cerebral profunda "pode representar uma intervenção nova e efetiva para pacientes severamente incapacitados com depressão resistente a tratamento". Os 6 pacientes que participaram do estudo apresentavam depressão severa, de acordo com Hamilton Depression Rating Scale. Todos eles não responderam a pelo menos quatro tratamentos diferentes, incluindo drogas, psicoterapia e ECT.

Os pesquisadores implantaram uma série de eletrodos em uma região chamada de "cingulado subgenual" cujos estudos anteriores indicaram ser demasiadamente ativa na depressão resistente a tratamento.

A estimulação de alguns poucos volts precisamente calibrada produziu efeitos imediatos. "Todos os pacientes reportaram espontaneamente efeitos agudos incluindo 'calma e leveza repentina', 'desaparecimento do vazio', 'senso de consciência aumentada, interesse aumentado, 'encadeamento lógico' e "clareamento repentino do quarto", incluindo aumento de detalhes visuais e intensificação de cores em resposta à estimulação elétrica", escreveram os pesquisadores. Esses efeitos foram revertidos quando a estimulação foi desligada e retornou quando foi reiniciada.

Durante as semanas iniciais de estimulação, "pacientes e seus familiares descreveram interesse renovado e prazer nas atividades sociais e familiares, anedonia e apatia diminuída, assim como melhoria na habilidade de planejar, iniciar e completar tarefas que eram relatadas como impossíveis de tentar antes da cirurgia".

Análise da atividade cerebral usando tomografia de emissão de pósitron revelou que a estimulação cerebral profunda corrigiu a hiperatividade anormal da região cingulado subgenual, que está correlacionada com a diminuição anormal da atividade no cortéx pré-frontal do cérebro.

Testes psicológicos mostraram que a cirurgia não reduziu a função cognitiva nos pacientes. De fato, os pacientes apresentaram melhoras significativas na coordenação visão-mão, fluência verbal e julgamento de risco.


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