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Notícias Agosto de  2007

Controle de estresse ajuda a combater doenças crônicas como o lúpus
Fonte: Psychosomatic Medicine, 02/08/2007

O lúpus é uma doença auto-imune que produz anticorpos que causam danos às células do corpo e tecidos. Ele faz o sistema imune ficar fora de controle e faz o organismo atacar células saudáveis ao invés de germes. Essa patologia, que afeta mais de cinco milhões de pessoas no mundo, é mais desenvolvida em mulheres em idade fértil com idades entre 15 e 44 anos.

Um estudo conduzido no Department of Medicine na University of Granada determinou que o estresse diário (que ocorre em circunstâncias de pouca importância mas de alta freqüência) poderia exacerbar os sintomas de pacientes que sofrem de lúpus. Em outras palavras, controlar o nível de estresse dos que sofrem dessa doença permite a determinação de seus efeitos negativos, como a perda inexplicável de peso, sentimento de fatiga, febre contínua ou dor e inflamação nas juntas.

O estudo realizado pela Dr. Nuria Navarrete Navarrete e conduzido pelos pesquisadores Juan Jiménez Alonso e María Isabel Peralta Ramírez, teve como objetivo checar os efeitos do tratamento do estresse em pacientes que sofrem de lúpus e com níveis elevados de estresse. Um time de psicólogos da University of Granada aplicou uma terapia para combater o estresse num grupo de 45 pacientes que sofrem de lúpus e ensiná-los como administrar seu estresse para reduzir os efeitos negativos da doença. Os resultados mostraram que os pacientes que receberam terapia psicológica reduziram significativamente seus níveis de estresse, ansiedade e depressão, atingindo índices até mesmo menores do que aqueles encontrados na população geral. Além disto, eles melhoraram significativamente sua qualidade de vida tanto no nível físico quando psicológico e apresentaram sintomas menores na pele e músculo-esqueléticos, que geralmente aparecem em pacientes que sofrem de lúpus.

Nuria Navarrete explica que o lúpus é uma doença crônica cujo curso não é previsível. Os pacientes alternaram períodos de estabilidade clínica com outros em que os sintomas e sinais mostraram que a doença estava ativa. Além disso, existem certos fatores como o estresse que podem causar crises e, portanto, piorar o prognóstico da doença.

O estresse diário é muito comum em pacientes que sofrem de lúpus. Além das circunstâncias usuais que produzem ansiedade numa população saudável, também é fator de estresse saber que o corpo sofre de uma doença crônica que é controlável mas incurável e de prognóstico incerto que requer tratamento crônico (em alguns casos para o resto da vida) e que têm efeitos secundários importantes.

"Os resultados desse estudo mostraram a importância de lidar de forma apropriada com pacientes que sofrem de lúpus e, por extensão, de outras doenças crônicas. De acordo com nossos resultados, a atenção em outros aspectos psicológicos é essencial para alcançar um tratamento global efetivo do paciente," disse Navarrete. Em outras palavras, o tratamento de estresse diário, junto com o tratamento farmacológico usual, é uma arma poderosa quando se de trata pacientes que sofrem de lúpus. "Acreditamos que esse tratamento pode ser útil no momento em que a doença é diagnosticada, à medida que os pacientes necessitarão de ajuda para administrar seu estresse e minimizar seus efeitos negativos," disse o pesquisador Navarrete.


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